sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Os Símbolos Oficiais do Rio Grande do Sul




A Bandeira

     Não há um consenso sobre o significado das cores da bandeira riograndense. Algumas fontes alegam que as cores simbolizam o auriverde do Brasil separado pelo vermelho da guerra. Há outras que afirmam ser a bandeira uma combinação do rubroverde da bandeira Portuguesa com o aurivermelho da bandeira espanhola, o que faria todo o sentido em uma região de fronteira entre essas duas potências coloniais; há que se salientar, todavia, que à época da Revolução Farroupilha, as cores nacionais de Portugal eram o alviceleste, símbolo da monarquia, e que só mudaria para o rubroverde mais de meio século depois.
     A versão mais aceita é de que o verde e o amarelo representa o Brasil e a faixa vermelha representa o sangue, a república e a liberdade.
Liberdade, igualdade e humanidade
    
     Sabe-se que o lema escrito na bandeira do estado, tanto quanto os símbolos, estão diretamente ligados à Maçonaria, haja vista que a elite gaúcha militar e política à época da Guerra dos Farrapos era, em sua maioria, maçônica.  


O Escudo
O brasão possui uma elipse vertical em pano branco, onde está inserido o brasão. Circundado por um lenço nas cores do estado. Sob o brasão, Lê-se o lema "Liberdade, Igualdade, Humanidade". Lema esse que tem origem na Maçonaria e na Revolução Francesa. No centro está um barrete frígio, um símbolo republicano desde a queda da Bastilha.
      O brasão rio-grandense é o mesmo da época dos farrapos com algumas pequenas modificações. Por isso possui a inscrição "República Rio-Grandense", junto com a data do início da Revolução Farroupilha, 20 de setembro de 1835, data amplamente comemorada no estado.
     Acredita-se que foi desenhado originalmente pelo padre Hidelbrando e em arte final pelo Major Bernardo Pires.
     O Brasão foi adotado pelo mesmo decreto que instituiu o Hino e a Bandeira do Estado.
     Decreto estadual nº 5.213, de 5 de Janeiro de 1966.
 
 
O Hino Rio-grandense
História do Hino Rio-Grandense
 
Letras e Autores    
    
     O Hino Rio-Grandense que hoje cantamos tem a sua história particular e, porque não dizer, peculiar. Porque muitas controvérsias apresentou, desde seus tempos de criação até os tempos de então. Oficialmente existe o registro de três letras para o hino, desde os tempos do Decênio Heróico até aos nossos dias. Num espaço de tempo de quase um século foram utilizadas três letras diferentes até que finalmente foi resolvido, por uma comissão abalizada, que somente um deles deveria figurar como hino oficial. 
                                         O Primeiro Hino    
    
     A história real do Hino, começa com a tomada da então Vila de Rio Pardo, pelas forças revolucionárias farroupilhas. Ocasião em que foram aprisionados uma unidade do Exército Imperial, o 2° Batalhão, inclusive com a sua banda de música. E o mestre desta banda musical, Joaquim José de Mendanha, mineiro de nascimento que também foi feito prisioneiro era um músico muito famoso e considerado um grande compositor. Após a sua prisão ele, Mendanha, teria sido convencido a compor uma peça musical que homenageasse a vitória das forças farroupilhas, ou seja a brilhante vitória de 30 de abril de 1838, no célebre “Combate de Rio Pardo”.
Mendanha, diante das circunstâncias, resolveu compor uma música que, segundo alguns autores, era um plágio de uma valsa de Strauss. A melodia composta por Mendanha era apenas musicada. E o capitão Serafim José de Alencastre, pertencente as hostes farrapas e que também era versado em música e poesia, entusiasmado pelos acontecimentos, resolveu escrever uma letra alusiva à tomada de Rio Pardo.

                                           O Segundo Hino
    
     Quase um ano após a tomada de Rio Pardo, foi composta uma nova letra e que foi cantada como Hino Nacional, o autor deste hino é desconhecido, oficialmente ele é dado como criação de autor ignorado. O jornal “O Povo”, considerado o jornal da República Riograndense em sua edição de 4 de maio de 1839 chamou-o de “o Hino da Nação”.
 
                                             O Terceiro Hino    
    
     Após o término do movimento apareceu uma terceira letra, desta vez com autor conhecido: Francisco Pinto da Fontoura, vulgo “o Chiquinho da Vovó”. Esta terceira versão foi a que mais caiu no agrado da alma popular. Um fato que contribui para isto foi que o autor, depois de pronto este terceiro hino, continuou ensinando aos seus contemporâneos o hino com sua letra. A letra deste autor é basicamente a mesma adotada como sendo a oficial até hoje, mas a segunda estrofe, que foi suprimida posteriormente, era a seguinte:
Entre nós reviva Atenas
Para assombro dos tiranos;
Sejamos gregos na Glória,
E na virtude, romanos.
                                                    
                                               O Hino Definitivo    
     Estas três letras foram interpretadas ao gosto de cada um até meados do ano de 1933, ano em que estavam no auge os preparativos para a “Semana do Centenário da Revolução Farroupilha”. Nesse momento um grupo de intelectuais resolveu escolher uma das versões para ser a letra oficial do hino do Rio Grande do Sul.
     A partir daí, o Instituto Histórico contando com a colaboração da Sociedade Rio-Grandense de Educação, fez a harmonização e a oficialização do hino. O Hino foi então adotado naquele ano de 1934, com a letra total conforme fora escrito pelo autor, no século passado, caindo em desuso os outros poemas.
     No ano de 1966, o Hino foi oficializado como Hino Farroupilha ou Hino Rio-Grandense, por força da lei 5213 de 05 de janeiro de 1966, quando foi suprimida a segunda estrofe.
 
 
Hino Rio-Grandense
 
Oficializado pela Lei 5.213, de 5.1.1966
Letra: Francisco Pinto da Fontoura
Música: Comendador Maestro Joaquim José de Mendanha
Harmonização: Antônio Corte Real

Como a aurora precursora
do farol da divindade,
foi o Vinte de Setembro
o precursor da liberdade.

Estribilho:
Mostremos valor, constância,
nesta ímpia e injusta guerra,
sirvam nossas façanhas
de modelo a toda terra.

Mas não basta pra ser livre
ser forte, aguerrido e bravo,
povo que não tem virtude
acaba por ser escravo.
 
 

Gincana Tradicionalista

 
     É valorizar a CULTURA e a CORAGEM que nossos antepassados tiveram em defender nossa terra com bravura.
     Não precisamos tomar chimarrão, usar bombacha, andar a cavalo ou dizer ''tchê" a todo momento para sermos gaúchos, mas conhecermos a nossa história e valorizarmos nossas tradições de forma consciente.
Assim, de 06 a 30 de setembro de 2010, estará acontecendo no Colégio Estadual Henrique Emílio Meyer a primeira GincanaTradicionalista: 
A Diferença que nos Torna Iguais.
O objetivo maior é o de estudar a história e a tradição do povo gaúcho e divulgar a toda comunidade informações, conhecimento e entretenimento sobre esta data tão importante para nosso Estado.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Desfile Cívico de 7 de Setembro

TEMA NACIONAL
"AMAZÔNIA, PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO
TEMA ESTADUAL
APAEs  DO RIO GRANDE DO SUL

TEMA MUNICIPAL
100 ANOS DA CIDADE E CHEGADA DO TREM - 120 ANOS DE MUNICÍPIO
135 ANOS DE IMIGRAÇÃO ITALIANA

Boa parte dos alunos das escolas das redes pública e particular de ensino de Caxias do Sul, participam, nesta terça-feira (07/09), de desfile cívico em comemoração ao Dia da Independência. Na ocasião, os alunos percorrerão a Rua Sinimbu, no bairro mais central da cidade. O evento aconteceu a partir das 9h  e se estendeu até às 12h.
O objetivo do desfile é despertar o interesse pelo patrimônio nacional, através da alusão à Amazônia e o amor à pátria, além de gerar uma integração entre a escola e a comunidade. 

“Temos certeza de que o desfile será ótimo. É importante porque os alunos estarão prestando sua homenagem à pátria, exercendo valores cívicos e também homenageando nosso município”, disse a professora Marivane Carvalho, vice-diretora do Colégio Henrique Emílio Meyer.

Direção, professores e alunos dos três turnos da escola estiveram presentes. O desfile foi acompanhado pelas bandas de diversas escolas, incluindo a Banda Meyer.
Parabéns pelo sucesso do desfile!

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Gabriela, cravo e canela!

Como não poderia deixar de ser, a primeiríssima postagem do mês de Setembro tinha que ser sobre a chegada da Gabriela!
Quem é Gabriela?
Não... não uma nova professora ou nova aluna....
Gabriela é a baby mais fofinha desse mundo... que chega HOJE, às 9h, na Maternidade do Hospital Pompéia.
Gabriela é a filhinha da nossa amiga do peito, a Currícula Cristiane!
Cris é também a vice-diretora do turno da manhã na nossa escola.

A Direção, professores e alunos dos três turnos estão ansiosos em conhecer essa figura!
Mandamos BOA HORA e  BOA SORTE para nossa amiga e FELICIDADES para a família toda!
Cris, Alex e Cauã... parabéns pela chegada da Gabriela!
Seja MUITO BEM VINDA nessa linda manhã de sol...
Bjos e amamos vcs!
Com carinho de todos os colegas do Meyer...

Segunda-feira, 06 de Setembro de 2010.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Drogas

Trabalho realizado por alunos de primeiro ano do Ensino Médio do Colégio Estadual Henrique Emílio Meyer de Caxias do Sul. Turma 108/2010. Disciplina de Ensino Religioso.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Aniversário Louco de Bueno!

Neste dia 10 de agosto comemoramos nada mais nada menos do que o aniversário da diretora mais amada do Brasil! Criadora da frase que já se tornou o jargão mais conhecido em toda comunidade caxiense: - "Somos Meyer, somos família. Família cuida, família ama!... Janice foi recebida na escola com uma festa surpresa. Alunos e professores dos três turnos de funcionamento do estabelecimento preparam homenagens para a administradora. Murais nos corredores da escola, vídeos, dança e canções. A decoração da festa teve como tema o tradicionalismo gaúcho, admiradíssimo por Janice. Ao final da festa, as merendeiras surpreeenderam alunos e professores com um delicioso "salchipão" -  até o lanche ficou dentro do tema tradicionalista! A festa foi aprovada, por Janice e por toda a comunidade. Parabéns, JANICE!
Seguem algumas fotos para ilustrar as festividades...

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Gravidez na Adolescência

Um tema sempre atual e polêmico... veja a produção dos alunos do Ensino Médio sobre o a questão da gravidez na adolescência!