sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Dicionário Regionalista Gaúcho

A
 
Abichornado:  Aborrecido, triste, desanimado.Achego: Amparo, encosto, proteção.
Açoiteira: Parte do relho ou rebenque, constituída de tira ou tiras de couro, trançadas ou justapostas, com a qual se castiga o animal de montaria ou de tração.
Acolherar: Unir dois animais por meio de uma pequena guasca amarrada ao pescoço; Unir, juntar, com relação a pessoas.
Agregado: Pessoa pobre que se estabelece em terras alheias, com autorização do respectivo dono, sem pagar arrendamento, mas com determinadas obrigações, como cuidar dos rebanhos, ajudar nas lidas de campo e executar outros trabalhos.
Água-Benta: Cachaça, destinada a ser bebida ocultamente.
Água-de-cheiro: Perfume, extrato.
Alambrado: Aramado. Cerca feita de arame para manter o gado nas invernadas ou potreiros.
Amargo: O mesmo que chimarrão.Anta: Pessoa interesseira.
Aporreado: Cavalo mal domado, indomável, que não se deixa amansar. Aplica-se, também ao homem rebelde.
Aprochegar: Chegar perto, unir-se.
Arapuca: Armadilha para pegar passarinhos; trapaça.
Arreios: Conjunto de peças com que se arreia um cavalo para montar.
Azulego:
Pelagem de cavalo azul quase preto, entremeado de pintas brancas, produzindo um reflexo azulado.

  B
 
Bagual: Cavalo manso que se tornou selvagem. Reprodutor, animal não castrado.
Baio: Pelagem de cavalo cor de ouro desmaiado.
Baita: Grande, enorme.Baixeiro: Espécie de lã, integrante dos arreios, que põe no lombo do cavalo, por baixo da carona.
Bichará: poncho feito de tecido grosseiro de lã.
Biriva: Nome dado aos habitantes de cima da Serra, descendentes de bandeirantes, ou aos tropeiros paulistas, os quais geralmente andavam em mulas e tinham um sotaque especial diferente do da fronteira ou da região baixa do Estado. Variações: beriva, beriba, biriba.
Bodoque: Estilingue, funda.
Bóia: Comida.
Boleadeiras: Instrumento de captura desenvolvido pelos índios charruas. É feito com três pedras redondas, presas por uma tira de couro trançado. Usa-se rodando acima da cabeça e lançando nas pernas do animal. Com o movimento, ao bater nas pernas, enrola e derruba o animal, prendendo-o.
Bolicho: Casa de negócios de pequeno sortimento e de pouca importância. Bodega. Venda.
Bolicheiro: Dono de bolicho.
Bragado: Pelagem de cavalo, com grandes manchas brancas pela barriga.
Brasino: Pelagem de cavalo, vermelho com listras pretas ou quase pretas.
Bruaca: Bolsa de couro que se coloca sobre o cavalo guardando os pertences de viagem.
Buena: Boa, gostosa. Interjeição, como olá.
Buenacho(a): Bom, generoso, afável, bondoso, cavalheiro. Boa, gostosa.
Bueno: Bom, gostoso. Mas, bem.
Bugio: Macaco de médio porte, comum na região. Tipo de música e dança. Pelego curtido e pintado, em geral forrado de pano.

  C

Cabresto: Peça de couro que é apresilhada ao buçal para segurar o cavalo ou o muar.
Cacho: A cola, o rabo do cavalo; caso com uma mulher.
Cambicho: Apego, paixão, inclinação irresistível por uma mulher.
Campear: procurar o gado pelos campos.
Campo de Lei: Campo de ótima qualidade.
Cancha: Local preparado para jogo ou mesmo para lida. Ora é a cancha de corrida com trilhos para os parelheiros. Palavra de origem quíchua tem muitas aplicações, desde local de reuniões a caminho simplesmente: "Quando me enredo na sorte, abro cancha e sigo em frente".Carboteiro(a): Alguém difícil, que não dá bola.
Carpeta: Jogo de Baralho.
Carreira: Corrida de cavalos, em cancha reta. Quando participam da carreira mais de dois parelheiros, esta toma o nome de penca ou califórnia.
Carreteiro: Prato típico, feito com arroz e charque.
Caudilho: Chefe militar; manda-chuva.
Cestroso: Temeroso, preocupado, cabisbaixo.
Cavalo de Lei: Animal muito veloz, capaz de percorrer duas quadras (264m) em 16 segundos ou menos.
Chalana: Embarcação ou lancha grande e chata.
Charla: Conversa.
Chasque: Recado; mensagem.
Chimango: Alcunha dada no Rio Grande do Sul aos partidários do governo na Revolução de 1929.
China: mulher gaúcha; descendente ou mulher de índio, ou pessoa de sexo feminino que apresenta alguns dos traços característicos étnicos das mulheres indígenas; cabloca, mulher morena; mulher de vida fácil; esposa.
Chinoca: Mulher, menina.
Cincha: Peça dos arreios que serve para firmar o lombilho ou o serigote sobre o lombo do animal.
Credo: Exclamação de espanto.
Cuiudo: O mesmo que colhudo.
Cupincha: Companheiro, amigo, comparsa.
Cusco: Cão pequeno, cão de raça ordinária. O mesmo que guaipeca, guaipé.
  D
 
Daga: Adaga, facão.
Derriba: Do lado de cima.
Doma: Ato de domar. Ato de amansar um animal xucro.
Domador: Amansador de potros. Peão que monta animais xucros.

  E
Embretado: Encerrado no brete; metido em apertos, apuros ou dificuldades; enrascado, emaranhado.
Entrevero: Mistura, desordem, briga, confusão de pessoas, animais ou objetos.
Erva-Caúna: Variedade de erva mate de má qualidade, amarga.

Erva-Lavada: Erva já sem fortidão por ter servido para muitos mates.
Esgualepado: Vivente meio desarrumado, desengonçado, liquidado por causa da canha ou da peleia.Estrela-Boieira: Estrela d’alva, planeta Vênus.
Estribo: Peça presa ao loro, de cada lado da sela, e na qual o cavaleiro firma o pé.
Estropiado: Diz-se o animal sentido dos cascos, com dificuldade de andar, em conseqüência de marchas por estradas pedregosas.

 F
 
Facada: Pedido de dinheiro feito por indivíduo vadio, incapaz de trabalhar, que não pretende restituí-lo.
Faceiro: Contente.
Fatiota: Terno; conjunto de roupas do homem: calça, colete e paletó.
Fiambre: Alimento para viagem, geralmente carne fria, assada ou cozida.
Flaquito: Fraco, cansado, magro, pobre.Flete: Cavalo bom e de bela aparência, encilhado com luxo e elegância.
Fora: No campo.
Funda: Estilingue, bodoque.


  G
Gadaria: Porção de gado, grande quantidade de gado, o gado existente em uma estância ou em uma invernada.
Galpão: Construção rústica, existente nas estâncias, destinada ao abrigo de homens e de apetrechos.
Gato: Bebedeira, porre, embriaguez.
Gaudério: Pessoa que não tem ocupação séria e vive à custa dos outros, andando de casa em casa; parasita; amigo do viver à custa alheia.
Graxaim: Guaraxaim, sorro, zorro. Pequeno animal semelhante ao cão, que gosta de roer cordas, principalmente de couro cru e engraxadas ou ensebadas, e de comer aves domésticas. Sai, geralmente, à noite. É muito comum em toda a campanha.
Gringo: Denominação dada ao estrangeiro em geral, com exceção do português e do hispano-americano.
Guaiaca: Cinto largo de couro macio, às vezes de couro de lontra ou de camurça, ordinariamente enfeitado com bordados ou com moedas de prata ou de ouro, que serve para o porte de armas e para guardar dinheiro e pequenos objetos.
Guaipeca: Cão pequeno, cusco, cachorrinho de pernas tortas, cãozinho ordinário, vira-lata, sem raça definida. Pequeno, de minguada estatura; aplica-se, também, às pessoas, com sentido depreciativo.
Guampa: O mesmo que chifre, usado nos mesmos vários sentidos.
Guapo: Forte, vigoroso, valente, bravo.
Guasca: Tira, corda de couro cru, isto é, não curtido; homem rústico, forte, guapo, valente.
Guasqueaço: Pancada, golpe dado com guasca. Relhaço, relhada, chicotada, chibatada, correada, açoite.
Guri: Criança, menino, piazinho, piazito, serviçal para trabalhos leves nas estâncias.
 

   H
Haragano: Cavalo que, por viver muito tempo solto, sem prestar serviço, se torna arisco, espantadiço.
Hasta: Até.

 
 I
 
Iguaria: Culinária, comida. 
Indiada: grande quantidade de homens do campo.
Índio: Indivíduo, sujeito pobre.
Invernada: Grande extensão de campo cercado. Nas estâncias, geralmente, há diversas invernadas: para engordar, para cruzamento de raças, etc.
   
J
 
João-Grande: Pessoa alta, metido, ganancioso.
Judiado: Machucado, sem forças, acabado.Juiz: Pessoa que julga a chegada dos parelheiros, nas carreiras, em cada laço. O mesmo que julgador.
Jururu: Cabisbaixo, tristonho, abatido.
 
 
                                L
                          
 
Lábia: Habilidade de conversa.
Lançante: Forte declive num cerro ou coxilha.Lasqueado: Trouxa, metido a besta, passado.
Lida: Trabalho no campo. Qualquer tipo de trabalho.
Loco: Interjeição para muito, como em: "Loco de especial".
Lomba: Qualquer terreno em declive.

 
 
M
 
Macanudo: Designa alguém bonito ou algo legal.
Maleva: Bandido, malfeitor, desalmado; cavalo infiel, que por qualquer coisa corcoveia. Maludo: Cavalo inteiro, garanhão. Diz-se do animal com grandes testículos.
Mangueira: Grande curral construído de pedra ou de madeira, junto à casa da estância, destinado a encerrar o gado para marcação, castração, cura de bicheiras, aparte e outros trabalhos.
Manotaço: Pancada que o cavalo dá com uma das patas dianteiras, ou com ambas; bofetada, pancada com a mão dada por pessoa. 
Mate: O mesmo que chimarrão.
Matungo: cavalo velho, muito manso, quase imprestável.
Maula: Covarde, medroso.
Mosquinha: Mosquito borrachudo.

 
N 
 
Negacear: Recusar-se, resistir.
Negrinho: Designação carinhoso que se dá a crianças ou a pessoas que se tem afeição.                                                                 
 
 
                                    O
 
Orelhano: Animal sem marca, nem sinal; gaúcho sem origem conhecida.
 
 
                                    P 
 
Paisano: Do mesmo país; amigo, camarada; civil.
Pala: Poncho leve, de brim, lã ou seda, de feitio quadrilátero e com as extremidades franjadas.
Palanque: Esteio grosso e forte cravado no chão, com mais de dois metros de altura e trinta centímetros aproximadamente de diâmetro, localizado na mangueira ou curral, no qual se atam os animais, para doma, para a cura de bicheiras ou outros serviços.
Papudo: Indivíduo que tem papo. Balaqueiro, jactancioso, blasonador. O termo é empregado para insultar, provocar, depreciar, menosprezar outra pessoa, embora esta não tenha papo.
Patrão: Designação dada ao presidente de Centro de Tradições Gaúchas (CTG) ou ao dono da estância ou fazenda.
Patrão-Velho: Deus.
Pelea ou Peleia: Peleja, pugilato, contenda, briga, rusga, disputa, combate.
Pelear: Brigar, lutar, combater, pelejar, teimar, disputar.
Pelego: Couro da ovelha, com a lâ, usado para amaciar a montaria, colocado acima dos arreios. Por deixar-se montar, sujeito submisso a um ou a vários outros.
Petiço: Cavalo pequeno, curto, baixo.
Piá: Menino, guri, caboclinho.
Pingo: Cavalo.
Piquete: Pequeno potreiro, ao lado da casa, onde se põe ao pasto os animais utilizados diariamente.
Poncho: Espécie de capa de pano de lã, de forma retangular, ovalada ou redonda, com uma abertura no centro, por onde se enfia a cabeça. É feito geralmente de pano azul, com forro de baeta vermelha. É o agasalho tradicional do gaúcho do campo. Na cama de pelegos, serve de coberta. A cavalo, resguarda o cavaleiro da chuva e do frio.
Potrilho: Animal cavalar durante o período de amamentação, isto é, desde que nasce até dois anos de idade. Potranco, potreco, potranquinho.
Prenda: A mulher do gaúcho. Mulher bonita, com bons dotes, prendada.
Pulperia: Pequena casa de negócio no campo, bodega.
 
                          
Q       
Queixo-Duro: Cavalo que não obedece facilmente a ação das rédeas; pessoa teimosa.
Quera: homem, gaúcho, gaudério.
Queréla: Disputa, discussão.Quero-Mana: Denominação de antigo bailado campestre, espécie de fandango. Canto popular executado ao som de viola.   
Quincha: Cobertura de casa ou carreta, feita de santa-fé ou de outro capim seco.
 
 
 
R
 
 
Rebenque: Chicote curto, com o cabo retovado, com uma palma de couro na extremidade. Pequeno relho.
Redomão: Cavalo recém domado, que ainda não está bem manso.
Regalo: Presente, brinde.
Relho: Chicote com cabo de madeira e açoiteira de tranças semelhantes a de laço, com um pedaço de guasca na ponta.
Reponte: Ato de tocar por diante o gado de um lugar para o outro.
Repo
ntar: Tocar o gado por diante de um lugar para outro.
Rosilho: Cavalo de pelo avermelhado.
Russilhonas: Botas de cano alto, de couro amarelo.
 
 
S
 
Sanga: Pequeno curso d'água menor que um regato ou arroio.
Selin: Sela própria para uso da mulher.
Sesmaria: Antiga medida agrária correspondente a três léguas quadradas, ou seja a 13.068 hectares. São 3000 por 9000 braças; ou 6.600 por 19.800 metros; ou ainda, 130.680.000 metros quadrados.
Sinuelo: Animal manso, que serve de guia dos outros xucros.Surungo: Arrasta pé, baile de baixa classe, caroço.    
Sorro: graxaim.  
Sorro manso:expressão que designa alguém ladino, esperto, que age mas não aparece (dá o tapa e esconde a mão).
Sorver: Beber aspirando, beber lentamente.
 
 
   
 
Taco: Diz-se ao indivíduo capaz, hábil, corajoso; guapo. Taipa: Represa de leivas, nas lavouras de arroz; cerca de pedra, na região serrana; tapado, burro, ignorante. Taita: Indivíduo valentão, destemido, guapo. 
Talagaço:
Pancada com tala (ex: talagaço de adaga, fig: levou um talagaço da vida). Talho: Corte, ferimento.Tapera: Casa de campo, rancho, qualquer habitação abandonada, quase sempre em ruínas, com algumas paredes de pé e algum arvoredo velho. Diz-se da morada deserta, inabitada, triste. Tchê: Meu, cara.
Tirador: Espécie de avental de couro macio, ou pelego, que os laçadores usam pendente da cintura, do lado esquerdo, para proteger e o corpo do atrito do laço. Mesmo quando não está fazendo serviços em que utilize o laço, o homem da fronteira usa, freqüentemente, como parte da vestimenta, o seu tirador, que por vezes é de luxo, enfeitado com franjas, bolsos e coldre para revólver. Tosa: Tosquia, toso, esquila.
Tosquiador: Homem que realiza a tosa, ou tosquia.Tranco: Passo largo, firme e seguro, do cavalo ou do homem. Ex: andar ao tranco.
Tranquito: passo lento.Tramposo: Intrometido, trapaceiro, velhaco. 
Três-Marias: Boleadeiras. 
Tropeiro:
Condutor de tropas, de gado, de éguas, de mulas, ou de cargueiros. Pessoa que se ocupa em comprar e vender tropas de gado, de éguas ou de mulas. Peão que ajuda a conduzir a tropa, que tem por profissão ajudar a conduzir tropas. O trabalho do tropeiro é um dos mais ásperos, pois além das dificuldades normais da lida com o gado, é feito ao relento, dia e noite, com chuva, com neve, com minuano, com soalheiras inclementes, exigindo sempre dedicação integral de quem realiza.
 
 
 
U
 
Uma-de-pé: Uma briga, conflito, luta.
Upa: Abraço. Rápido.
Usted: Você; usado na fronteira.
 
 
 
V
 
Vacaria: Grande número de vacas; grande extensão de campo que os jesuítas reservavam para criação de gado bovino.
Vaqueano: Aquele que, conhecendo bem os caminhos e atalhos de um lugar ou região, serve de guia.
Varar: Atravessar, cruzar.
Vareio: Susto, sova, surra, repreensão.
Vaza: Vez, oportunidade.
Vil: Covarde, desanimado, fraco.
Vivente: Pessoa, criatura, indivíduo.
 
 
 
X
 
Xepa: Comida. Xerenga: Faca velha, ordinária. Xirú: O mesmo que chirú. Xucro: Diz-se do animal ainda não domado, bravio, arisco.
 
 
 
                                    Z
  
Zaino: Cavalo castanho
escuro.                                                                                  
Zarro: Incômodo, difícil de fazer, chato. Zunir: Ir-se apressadamente, soar.
 
 
 
REFERÊNCIAS:   > Minidicionário Guasca - Zeno Cardoso Nunes - Rui Cardoso  Nunes;
                              > Pesquisas do CTG Potreiro da Várzea.
                              > http://fotorc.multiply.com/journal/item/5

Os Símbolos Ecológicos e Civis do Rio Grande do Sul


Flor-símbolo: “Brinco-de-princesa” 

Por intermédio do Decreto nº 38.400, de 16 de abril de 1998, instituiu-se como Flor-símbolo do Estado do Rio Grande do Sul, a espécie “Brinco-de-princesa”, Fuchsia regia (Vell.) Munz, da família Onagraceae.
     A família botânica das Onagráceas é originária da América Central, e no Rio Grande do Sul, ocorre nas regiões mais altas, no Noroeste do Estado.
     A indicação da Fuchsia regia como flor-símbolo, foi devido o seu aspecto de grande beleza, facilidade de cultivo e potencial paisagístico.
As flores “brincos-de-princesa”, em sua grande maioria, cultivadas como plantas ornamentais, são híbridas, e que se contam hoje aos milhares.
     Caracterizam-se por serem arbustos de folhas ovais ou lanceoladas (forma de lança), algo denteada (de bordos com entalhes perpendiculares a linha do comprimento), opostas, caules flexíveis, que lignificam ao passar do tempo. As flores são axilares isoladas, mas abundantes: cálice tubular dividido em quatro sépalas e corola com quatro pétalas de cores vermelho-arroxeadas, envolvendo a corola roxo-violeta.
     São cultivadas a pleno sol ou à meia-sombra, geralmente como plantas isolada, apoiado em grades, colunas e postes ou em vasos e jardineiras, como plantas pendentes. Destacam-se por se adaptar a climas frios e a tolerar geadas. As flores são muito visitadas por beija-flores.
     Multiplicam-se facilmente por estaquia, principalmente quando preparadas nos meses de verão e colocadas para o enraizamento dentro de estufas. Requerem solos com bom teor de matéria-orgânica.
Entre as espécies naturais do Brasil, além de Fuchsia regia, figuram: F. petiolaris, F. glazioviana, F. mollis, F. pubescens, e a trepadeira F. integrifolia, que chega atingir 10 metros de altura.
     De todas as espécies citadas, a mais surpreendente provavelmente seja a Fuchsia exorticata, da Nova Zelândia, que chega alcançar 15 metros de altura.
 
DEC:   38.400
DECRETO N° 38.400, DE 16 DE ABRIL DE 1998.
Institui a Flor Símbolo do Estado do Rio Grande do Sul.
    O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82, inciso V, da Constituição do Estado,
    DECRETO:
 
 Art. 1° - É instituída como Flor Símbolo do Estado do Rio Grande do Sul a espécie Brinco-de-Princesa, "Fuchsia Regia (Vell.) Munz", da Família ONAGRACEAE.
 
 Art. 2° - Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
 
 Art. 3° - Revogam-se as disposições em contrário.
PALÁCIO PIRATINI, em Porto Alegre, 16 de abril de 1998.





Ave-símbolo: "Quero-quero"

Pela Lei n 7.418, de 1º de dezembro de 1980, o Estado do Rio Grande do Sul instituiu, como sua Ave-símbolo, o Quero-Quero, cujo nome científico é Venellus chilensis. Popularmente, também é conhecido como “térem-terém”, ou “téu-téu”.
     O quero-quero tem voz extremamente estridente. Adota, às vezes, a tática de pescar, semelhante a certas garças, espantando larvas de insetos e peixinhos ocultos na lama, mexendo rapidamente um pé. É comum em todo o folclore brasileiro, de Norte a Sul, participar de cantos, estórias, tradições. Também é cantado e citado em poemas regionais do Rio Grande do Sul.
  Rui Barbosa, em 1914, incluiu-o num discurso célebre pela vivacidade maliciosa e originalidade da sátira. Evocou a “figura imperatória do quero-quero, o chantecler dos potreiros. Este pássaro curioso, a que a natureza concedeu o penacho da garça real, o vôo do corvo e a laringe do gato, tem o dom de encher os descampados e sangas das macegas e canhadas com o grito estrídulo, rechinante, profundo, onde o gaúcho descobriu a fidelíssima onomatopéia que o batiza”.
  Ave tradicional dos campos gaúchos, com o chamativo de preto, branco e cinzento na plumagem, o penacho na cabeça com cauda branca e os olhos vermelhos. O quero-quero é facilmente encontrado em todas as estações do ano, em qualquer parte do Estado onde existe um pedaço pequeno de seu habitat preferido, o campo.
  Vive em casais e a fêmea normalmente põe de três a quatro ovos em campo aberto. O casal defende rigorosamente seu território de criação, com vôos rasantes, atacando os intrusos. Possui um esporão pontudo, ósseo, no encontro da asa e que pode ser usado para a sua defesa.
  Vê-lo cruzando no céu ou ouvi-lo cantando ao longe é como receber boas-vindas por estar no RS. Chamado de “Sentinela dos Pampas”, está sempre em alerta, noite e dia, dando sinais a grande distância de quem se aproxima.
 
Lei: 7.418
 
LEI Nº 7.418, DE 1º DE DEZEMBRO DE 1980.
 
    Institui como Ave-Símbolo do Rio Grande do Sul o Quero-Quero, Belonopterus Cayennensis.
    JOSÉ AUGUSTO AMARAL DE SOUZA, Governador do Estado do Rio Grande do Sul.
    Faço saber, em cumprimento ao disposto no art. 66, item IV, da Constituição do Estado, que a Assembléia Legislativa decretou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte:
 Art. 1º - É consagrada como ave-símbolo do Estado do Rio Grande do Sul a ave "Belonopterus Cayennesis", predominante nos campos gaúchos e popularmente conhecida como "Quero-Quero".
 Art. 2º - Revogam-se as disposições em contrário.
 Art. 3º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
PALÁCIO PIRATINI, em Porto Alegre, 1º de dezembro de 1980.
 
 
 


Cavalo Crioulo

Rústico, resistente e versátil. O cavalo Crioulo reúne estas características tão cobiçadas pelos criadores depois de mais de 400 anos de seleção natural em pastagens escassas, temperaturas extremas, caminhos trágicos de feridas e sede.Inspira sentimentos traduzidos em canções, poesias, pinturas e esculturas.
    O símbolo do Rio Grande é sinônimo de companheirismo e devoção, alimentados por séculos de interdependência.
    Sempre fiel, foi o guerreiro dos índios, garantiu a sobrevivência, auxiliando na busca do alimento e servindo como arma tamanha força e valentia em guerras e batalhas travadas pela História. E foi esta coragem e habilidade que concretizou o sonho de liberdade, independência e mantém registrada a imagem do herói Sepé Tiaraju empunhando uma lança, montado em seu cavalo Crioulo.
    Hoje, mesmo com o avanço tecnológico, o cavalo ainda não pode ser substituído por máquinas nas lidas de campo. Talvez, porque no pensamento mais profundo, o homem não queira perder este, muitas vezes, membro da família, outras tantas, amigo - como se pode sintetizar esta relação de afeto entre o gaúcho e seu cavalo
 
Habilidade à prova
    A peculiar funcionalidade da raça motivou a realização de provas que demonstrassem esta habilidade. Em 1977, foi realizada então a 1ª Exposição Funcional de Jaguarão, através da qual os criadores perceberam a importâncias destas provas para a evolução da raça. O sucesso foi crescente e, em 1980, atraiu inclusive o presidente da República, general João Batista Figueiredo.
    Mas foi em 1982, quando a ABCCC completava 50 anos, que o presidente da entidade, Gilberto Azambuja Centeno, oficializou o Freio de Ouro como a prova campeira realizada durante a Expointer. Jaguarão passou a ser uma etapa classificatória, assim como Bagé, Pelotas e Uruguaiana. Hoje já foram inúmeras as alterações que o Freio de Ouro sofreu, começando pelo nome que levou o batismo de “Flavio e Roberto Bastos Tellechea”, irmãos e incentivadores da raça crioula. As quatro etapas classificatórias tornaram-se 30 fases credenciadoras, seis classificatórias no Rio Grande do Sul, uma em São Paulo, Paraná ou Santa Catarina, além da internacional no Uruguai e Argentina A grande final acontece sempre em Esteio, na Expointer. A partir de 1994, foram criadas categorias de machos e fêmeas.
    Outras modalidades também foram desenvolvidas no decorrer dos anos. O tiro-de-laço, a paleteada, os enduros, as rédeas e as cavalgadas reúnem milhares de pessoas, movimentam a economia do Estado e difundem a raça por todo o mundo. Hoje o cavalo Crioulo abriu as porteiras e entrou nas cidades.
    A paixão pela docilidade incentivou a abertura de hotelarias, permitindo que os moradores de grandes centros urbanos mantenham seus animais cuidados e para cavalgarem nos finais de semana.
    A criação por lazer, muitas vezes, dá vazão ao esporte eqüestre e à participação em provas profissionais.
    A capacidade de congregar pessoas e de preservar as tradições gaúchas são dois importantes atrativos do universo do Crioulo.
    Em agosto de 2002, esta relação de amor foi homenageada pela Assembléia Legislativa do RS. Esta foi a data de aprovação do projeto nº 59/2001, de autoria do presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo, deputado Frederico Antunes, que institui o crioulo como animal símbolo do Rio Grande do Sul.



 
O Mate - Chimarrão
 
    A importância do mate na formação do Gaúcho foi além do aspecto econômico, pelo seu uso generalizado tornou-se tradicional.
    A erva-mate (ilex paraguaiensis ilex-mate) é uma planta nativa do Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso, e Paraguai.
     O uso de erva-mate remonta aos índios guaranis que habitavam este território. Segundo várias fontes históricas, inicialmente o mate era usado somente pelo feiticeiro ou pajé que recebia inspiração e proteção, atribuindo seu uso à Tupã (Deus do Trovão) que transmitia suas virtudes através dela.
     Para tomar mate, o guarani usava o porongo, fruto de uma planta rasteira. Esse porongo, depois de seco e cortado fornecia um recipiente, chamado em guarani caígua, isto é, caa (erva), i (água) e guá (recipiente). A água era servida através de um canudo de taquara chamado tacuápi: tacuá (cana oca), api (lisa ou alisada). Este canudo apresentava na base inferior um detalhado trançado de fibras, o bojo, impedindo que as partículas da folha (erva) fossem ingeridas; era o protótipo da bomba.
    A cambona ou chaleira era chamada itacuguá: i (água), tacu (quente) e guá (recipiente), recipiente para água quente, que era de cerâmica, onde colocavam água e esquentavam colocando pedrinhas retiradas do fogo.
Alguns historiadores atribuem a torrefação da erva-mate (barbaquá), aos jesuítas.
    O mate logo passou dos índios para os conquistadores, e daí para os mestiços, crioulos, negros, açorianos e colônias de imigrantes, atravessando o tempo como algo valiosíssimo, conservando suas caracteríticas e confirmando a tradição popular até nossos dias.
    O mate também simbolizou, ao longo dos séculos, a hospitalidade do gaúcho, que é uma das marcas tradicionais do nosso povo. 
 
 
 Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul
   Sistema LEGIS - Texto da Norma  LEI:   7.439
                             LEI Nº 7.439, DE 8 DE DEZEMBRO DE 1980.

   Institui a Erva-Mate "Ilex Paraquariensis" como a Árvore Símbolo do RS.
   JOSÉ AUGUSTO AMARAL DE SOUZA, Governador do Estado do Rio Grande do Sul.

   Faço saber em cumprimento ao disposto no artigo 66, item IV, da Constituição do Estado, que a Assembléia Legislativa decretou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte:

Art. 1º - É consagrada como símbolo do Estado do Rio Grande do Sul a Erva-Mate "Ilex Paraquariensis".

Art. 2º - Fica instituída a "Semana Estadual da Erva-Mate", a ser comemorada, anualmente, na segunda semana do mês de setembro.

Art. 3º - As comemorações de caráter cívico-cultural e popular serão organizadas pelas Secretarias de Estado da Agricultura, de Educação e de Cultura, Desporto e Turismo, através de Comissão Especial designada, anualmente, pelos respectivos titulares, para tal fim.

Art. 4º - Revogam-se as disposições em contrário.

Art. 5º - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação.

             PALÁCIO PIRATINI, em Porto Alegre, 8 de dezembro de 1980.

Referências: 
  > http://www.estado.rs.gov.br/
  > http://pt.wikipedia.org/wiki/Bandeira_do_estado_do_Rio_Grande_do_Sul
 > http://pt.wikipedia.org/wiki/Bras%C3%A3o_do_estado_do_Rio_Grande_do_Sul
 > http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/arvores/arvores-erva-mate.php
 >  http://www.paginadogaucho.com.br/chim/simbolo.htm
 > http://farm4.static.flickr.com/3356/3435374549_8c471238d1.j
 > http://floresderaff.org.ar/contenidos/img/brasileras/8_Brinco_de_princesa_rosa4.jpg
 > http://www.1rtrs.com.br/Links/culturais/simbolos/BRINCO%20DE%20PRINCESA.htm
 > http://www.vivernocampo.com.br/IMG_0198_tratada_baixa.jpg
 > http://cantogauderio.com.br/Historia/Cavalo_Crioulo.htm

Os Símbolos Oficiais do Rio Grande do Sul




A Bandeira

     Não há um consenso sobre o significado das cores da bandeira riograndense. Algumas fontes alegam que as cores simbolizam o auriverde do Brasil separado pelo vermelho da guerra. Há outras que afirmam ser a bandeira uma combinação do rubroverde da bandeira Portuguesa com o aurivermelho da bandeira espanhola, o que faria todo o sentido em uma região de fronteira entre essas duas potências coloniais; há que se salientar, todavia, que à época da Revolução Farroupilha, as cores nacionais de Portugal eram o alviceleste, símbolo da monarquia, e que só mudaria para o rubroverde mais de meio século depois.
     A versão mais aceita é de que o verde e o amarelo representa o Brasil e a faixa vermelha representa o sangue, a república e a liberdade.
Liberdade, igualdade e humanidade
    
     Sabe-se que o lema escrito na bandeira do estado, tanto quanto os símbolos, estão diretamente ligados à Maçonaria, haja vista que a elite gaúcha militar e política à época da Guerra dos Farrapos era, em sua maioria, maçônica.  


O Escudo
O brasão possui uma elipse vertical em pano branco, onde está inserido o brasão. Circundado por um lenço nas cores do estado. Sob o brasão, Lê-se o lema "Liberdade, Igualdade, Humanidade". Lema esse que tem origem na Maçonaria e na Revolução Francesa. No centro está um barrete frígio, um símbolo republicano desde a queda da Bastilha.
      O brasão rio-grandense é o mesmo da época dos farrapos com algumas pequenas modificações. Por isso possui a inscrição "República Rio-Grandense", junto com a data do início da Revolução Farroupilha, 20 de setembro de 1835, data amplamente comemorada no estado.
     Acredita-se que foi desenhado originalmente pelo padre Hidelbrando e em arte final pelo Major Bernardo Pires.
     O Brasão foi adotado pelo mesmo decreto que instituiu o Hino e a Bandeira do Estado.
     Decreto estadual nº 5.213, de 5 de Janeiro de 1966.
 
 
O Hino Rio-grandense
História do Hino Rio-Grandense
 
Letras e Autores    
    
     O Hino Rio-Grandense que hoje cantamos tem a sua história particular e, porque não dizer, peculiar. Porque muitas controvérsias apresentou, desde seus tempos de criação até os tempos de então. Oficialmente existe o registro de três letras para o hino, desde os tempos do Decênio Heróico até aos nossos dias. Num espaço de tempo de quase um século foram utilizadas três letras diferentes até que finalmente foi resolvido, por uma comissão abalizada, que somente um deles deveria figurar como hino oficial. 
                                         O Primeiro Hino    
    
     A história real do Hino, começa com a tomada da então Vila de Rio Pardo, pelas forças revolucionárias farroupilhas. Ocasião em que foram aprisionados uma unidade do Exército Imperial, o 2° Batalhão, inclusive com a sua banda de música. E o mestre desta banda musical, Joaquim José de Mendanha, mineiro de nascimento que também foi feito prisioneiro era um músico muito famoso e considerado um grande compositor. Após a sua prisão ele, Mendanha, teria sido convencido a compor uma peça musical que homenageasse a vitória das forças farroupilhas, ou seja a brilhante vitória de 30 de abril de 1838, no célebre “Combate de Rio Pardo”.
Mendanha, diante das circunstâncias, resolveu compor uma música que, segundo alguns autores, era um plágio de uma valsa de Strauss. A melodia composta por Mendanha era apenas musicada. E o capitão Serafim José de Alencastre, pertencente as hostes farrapas e que também era versado em música e poesia, entusiasmado pelos acontecimentos, resolveu escrever uma letra alusiva à tomada de Rio Pardo.

                                           O Segundo Hino
    
     Quase um ano após a tomada de Rio Pardo, foi composta uma nova letra e que foi cantada como Hino Nacional, o autor deste hino é desconhecido, oficialmente ele é dado como criação de autor ignorado. O jornal “O Povo”, considerado o jornal da República Riograndense em sua edição de 4 de maio de 1839 chamou-o de “o Hino da Nação”.
 
                                             O Terceiro Hino    
    
     Após o término do movimento apareceu uma terceira letra, desta vez com autor conhecido: Francisco Pinto da Fontoura, vulgo “o Chiquinho da Vovó”. Esta terceira versão foi a que mais caiu no agrado da alma popular. Um fato que contribui para isto foi que o autor, depois de pronto este terceiro hino, continuou ensinando aos seus contemporâneos o hino com sua letra. A letra deste autor é basicamente a mesma adotada como sendo a oficial até hoje, mas a segunda estrofe, que foi suprimida posteriormente, era a seguinte:
Entre nós reviva Atenas
Para assombro dos tiranos;
Sejamos gregos na Glória,
E na virtude, romanos.
                                                    
                                               O Hino Definitivo    
     Estas três letras foram interpretadas ao gosto de cada um até meados do ano de 1933, ano em que estavam no auge os preparativos para a “Semana do Centenário da Revolução Farroupilha”. Nesse momento um grupo de intelectuais resolveu escolher uma das versões para ser a letra oficial do hino do Rio Grande do Sul.
     A partir daí, o Instituto Histórico contando com a colaboração da Sociedade Rio-Grandense de Educação, fez a harmonização e a oficialização do hino. O Hino foi então adotado naquele ano de 1934, com a letra total conforme fora escrito pelo autor, no século passado, caindo em desuso os outros poemas.
     No ano de 1966, o Hino foi oficializado como Hino Farroupilha ou Hino Rio-Grandense, por força da lei 5213 de 05 de janeiro de 1966, quando foi suprimida a segunda estrofe.
 
 
Hino Rio-Grandense
 
Oficializado pela Lei 5.213, de 5.1.1966
Letra: Francisco Pinto da Fontoura
Música: Comendador Maestro Joaquim José de Mendanha
Harmonização: Antônio Corte Real

Como a aurora precursora
do farol da divindade,
foi o Vinte de Setembro
o precursor da liberdade.

Estribilho:
Mostremos valor, constância,
nesta ímpia e injusta guerra,
sirvam nossas façanhas
de modelo a toda terra.

Mas não basta pra ser livre
ser forte, aguerrido e bravo,
povo que não tem virtude
acaba por ser escravo.
 
 

Gincana Tradicionalista

 
     É valorizar a CULTURA e a CORAGEM que nossos antepassados tiveram em defender nossa terra com bravura.
     Não precisamos tomar chimarrão, usar bombacha, andar a cavalo ou dizer ''tchê" a todo momento para sermos gaúchos, mas conhecermos a nossa história e valorizarmos nossas tradições de forma consciente.
Assim, de 06 a 30 de setembro de 2010, estará acontecendo no Colégio Estadual Henrique Emílio Meyer a primeira GincanaTradicionalista: 
A Diferença que nos Torna Iguais.
O objetivo maior é o de estudar a história e a tradição do povo gaúcho e divulgar a toda comunidade informações, conhecimento e entretenimento sobre esta data tão importante para nosso Estado.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Desfile Cívico de 7 de Setembro

TEMA NACIONAL
"AMAZÔNIA, PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO
TEMA ESTADUAL
APAEs  DO RIO GRANDE DO SUL

TEMA MUNICIPAL
100 ANOS DA CIDADE E CHEGADA DO TREM - 120 ANOS DE MUNICÍPIO
135 ANOS DE IMIGRAÇÃO ITALIANA

Boa parte dos alunos das escolas das redes pública e particular de ensino de Caxias do Sul, participam, nesta terça-feira (07/09), de desfile cívico em comemoração ao Dia da Independência. Na ocasião, os alunos percorrerão a Rua Sinimbu, no bairro mais central da cidade. O evento aconteceu a partir das 9h  e se estendeu até às 12h.
O objetivo do desfile é despertar o interesse pelo patrimônio nacional, através da alusão à Amazônia e o amor à pátria, além de gerar uma integração entre a escola e a comunidade. 

“Temos certeza de que o desfile será ótimo. É importante porque os alunos estarão prestando sua homenagem à pátria, exercendo valores cívicos e também homenageando nosso município”, disse a professora Marivane Carvalho, vice-diretora do Colégio Henrique Emílio Meyer.

Direção, professores e alunos dos três turnos da escola estiveram presentes. O desfile foi acompanhado pelas bandas de diversas escolas, incluindo a Banda Meyer.
Parabéns pelo sucesso do desfile!

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Gabriela, cravo e canela!

Como não poderia deixar de ser, a primeiríssima postagem do mês de Setembro tinha que ser sobre a chegada da Gabriela!
Quem é Gabriela?
Não... não uma nova professora ou nova aluna....
Gabriela é a baby mais fofinha desse mundo... que chega HOJE, às 9h, na Maternidade do Hospital Pompéia.
Gabriela é a filhinha da nossa amiga do peito, a Currícula Cristiane!
Cris é também a vice-diretora do turno da manhã na nossa escola.

A Direção, professores e alunos dos três turnos estão ansiosos em conhecer essa figura!
Mandamos BOA HORA e  BOA SORTE para nossa amiga e FELICIDADES para a família toda!
Cris, Alex e Cauã... parabéns pela chegada da Gabriela!
Seja MUITO BEM VINDA nessa linda manhã de sol...
Bjos e amamos vcs!
Com carinho de todos os colegas do Meyer...

Segunda-feira, 06 de Setembro de 2010.